Sunday, June 9, 2013
Monday, May 20, 2013
Em poucas palavras: O que é o AT EASE™ Parenting and Learning Model
Quando brincamos com algumas idéias, em nossa cabeça, elas parecem estar sempre em movimento, nunca permanecem as mesmas.
Assim é a vida. Quando estamos prestes a assumir o comando de alguma coisa, outra idéia, ou um outro desafio, aparece e novamente estamos em busca de caminhos novos. Dependendo de nosso ponto de vista e de nosso estado de espírito, isso pode ser estimulante ou muito cansativo.
AT EASE™ Parenting and Learning Model deve ser visto como uma ferramenta para ajudar os pais e os profissionais a determinar onde eles se situam no mapa da relação com o seu filho/cliente, independente da atividade ou estrada que escolheram trilhar. As lentes do AT EASE™, quando utilizadas de forma eficaz, ajudarão a pôr em evidência as nossas dinâmicas sociais atuais de uma maneira que nos permita:
* iniciar e orientar a criança a iniciar o Acesso às suas relações, de uma forma diferente e com intenção,
* Tolerar a jornada em que estamos e as emoções que todos os participantes desta aventura, que é aprender e se desenvolver, irão experimentar (incluindo tolerar as nossas emoções),
* Explorar sabiamente, de modo a ganharmos experiências positivas, ao invés de sentir como se afundássemos em um pântano a cada passo dado.
Não queremos que o AT EASE™ seja mais um modelo de "How to". Queremos que o AT EASE™ seja um modelo que nos faça pensar sobre as nossas relações , um modelo que orienta essa relações. Queremos que as famílias se sintam compelidas a tentar e, em seguida, pensar sobre o que eles experimentaram, avaliar o que funcionou e, em seguida, tentar novamente. Queremos que o AT EASE™ seja um divisor de águas, uma mudança do pensamento convencional sobre objetivos, domínio, disciplina, respeito, sucesso, fracasso, notas, certo/errado, para uma perspectiva mais orgânica de conceitos como, união, segurança, experiências positivas saudáveis, limites, aventura, tentativas, crescimento, regulação, etc A fim de efetivamente orientar os pais a usar o AT
EASE™ desta maneira temos que enfatizar que o mapa relacional está sempre evoluindo.
Isso torna as coisas difíceis ao olharmos para o mapa relacional de uma forma tradicional. Os conceitos tradicionais vêem o ponto de interesse a ser alcançado como um fim em si mesmo. Podemos até marcar quando chegamos ao destino como "completa".
No entanto, os conceitos do AT EASE™ reconhecem que cada destino no mapa relacional está em constante mudança e evolução. Assim, não existe a necessidade de um novo mapa. Nós só precisamos de um mapa do desenvolvimento natural, só precisamos aprender a navegar nesse mapa. Cada pessoa tem um mapa em mudança, dinâmico. Como o nosso mapa relacional está sempre mudando, a fim de saber onde nos situamos, todos nós precisamos aprender a preencher rotineiramente nosso próprio mapa. AT EASE™ é projetado para auxiliar os pais a preencher seu mapa relacional com os seus filhos, ajudando-os a usar os seis componentes do AT EASE™ como pontos de coordenação.
Os componentes do AT EASE™ Parenting and Learning Model são:
Acessar realcionamentos e recursos para aprender a partir de experiências;
Tolerar experiências emocionalmente difíceis, aprendendo a expandir a capacidade de co-regulação e auto-regulação ;
Explorar oportunidades de aprendizado em conjunto;
Aplicar o que foi aprendido até o seu completo domínio;
Seguir novas oportunidades para usar este aprendizado, independente de quem seja o guia;
Evoluir, isso é, as experiências bem sucedidas devem levar a um sentimento de competência
Eric Hamblen
Program Director
PACE Place and Connector Rx
2360 SW 170th Ave.
Beaverton, OR 97006
Direct: 503-888-3939
Office: 503-356-8334
Fax: 503-365-8726
www.PACEplace.org
www.ConnectorRx.com
Assim é a vida. Quando estamos prestes a assumir o comando de alguma coisa, outra idéia, ou um outro desafio, aparece e novamente estamos em busca de caminhos novos. Dependendo de nosso ponto de vista e de nosso estado de espírito, isso pode ser estimulante ou muito cansativo.
AT EASE™ Parenting and Learning Model deve ser visto como uma ferramenta para ajudar os pais e os profissionais a determinar onde eles se situam no mapa da relação com o seu filho/cliente, independente da atividade ou estrada que escolheram trilhar. As lentes do AT EASE™, quando utilizadas de forma eficaz, ajudarão a pôr em evidência as nossas dinâmicas sociais atuais de uma maneira que nos permita:
* iniciar e orientar a criança a iniciar o Acesso às suas relações, de uma forma diferente e com intenção,
* Tolerar a jornada em que estamos e as emoções que todos os participantes desta aventura, que é aprender e se desenvolver, irão experimentar (incluindo tolerar as nossas emoções),
* Explorar sabiamente, de modo a ganharmos experiências positivas, ao invés de sentir como se afundássemos em um pântano a cada passo dado.
Não queremos que o AT EASE™ seja mais um modelo de "How to". Queremos que o AT EASE™ seja um modelo que nos faça pensar sobre as nossas relações , um modelo que orienta essa relações. Queremos que as famílias se sintam compelidas a tentar e, em seguida, pensar sobre o que eles experimentaram, avaliar o que funcionou e, em seguida, tentar novamente. Queremos que o AT EASE™ seja um divisor de águas, uma mudança do pensamento convencional sobre objetivos, domínio, disciplina, respeito, sucesso, fracasso, notas, certo/errado, para uma perspectiva mais orgânica de conceitos como, união, segurança, experiências positivas saudáveis, limites, aventura, tentativas, crescimento, regulação, etc A fim de efetivamente orientar os pais a usar o AT
EASE™ desta maneira temos que enfatizar que o mapa relacional está sempre evoluindo.
Isso torna as coisas difíceis ao olharmos para o mapa relacional de uma forma tradicional. Os conceitos tradicionais vêem o ponto de interesse a ser alcançado como um fim em si mesmo. Podemos até marcar quando chegamos ao destino como "completa".
No entanto, os conceitos do AT EASE™ reconhecem que cada destino no mapa relacional está em constante mudança e evolução. Assim, não existe a necessidade de um novo mapa. Nós só precisamos de um mapa do desenvolvimento natural, só precisamos aprender a navegar nesse mapa. Cada pessoa tem um mapa em mudança, dinâmico. Como o nosso mapa relacional está sempre mudando, a fim de saber onde nos situamos, todos nós precisamos aprender a preencher rotineiramente nosso próprio mapa. AT EASE™ é projetado para auxiliar os pais a preencher seu mapa relacional com os seus filhos, ajudando-os a usar os seis componentes do AT EASE™ como pontos de coordenação.
Os componentes do AT EASE™ Parenting and Learning Model são:
Acessar realcionamentos e recursos para aprender a partir de experiências;
Tolerar experiências emocionalmente difíceis, aprendendo a expandir a capacidade de co-regulação e auto-regulação ;
Explorar oportunidades de aprendizado em conjunto;
Aplicar o que foi aprendido até o seu completo domínio;
Seguir novas oportunidades para usar este aprendizado, independente de quem seja o guia;
Evoluir, isso é, as experiências bem sucedidas devem levar a um sentimento de competência
Eric Hamblen
Program Director
2360 SW 170th Ave.
Beaverton, OR 97006
Direct: 503-888-3939
Office: 503-356-8334
Fax: 503-365-8726
www.PACEplace.org
www.ConnectorRx.com
Sunday, May 12, 2013
Tuesday, April 30, 2013
Sunday, April 28, 2013
Grupo de Apoio a Pais e Familiares - abril 2013
No próximo domingo, 28/04/13 o encontro será sobre como percebemos o mundo, o sistema sensorial e a influência do medo no aprendizado.
Esta é a primeira parte do assunto auto-regulação.
Vale muito conferir e é gratuito!
Os links para os posts relacionados à palestra estão sendo colocados na página do grupo http://www.facebook.com/AmaisAutismo
Esta é a primeira parte do assunto auto-regulação.
Vale muito conferir e é gratuito!
Os links para os posts relacionados à palestra estão sendo colocados na página do grupo http://www.facebook.com/AmaisAutismo
Para as salas de apoio para as crianças entrem em contato com a Tatiana pelo e-mail tatianaksenhuk@gmail.com
Sunday, April 21, 2013
Capacidade de co-regulação emocional e autismo
Autismo é reconhecido como uma
desordem em espectro com vários graus de intensidade. É de difícil
definição porque a síndrome é complexa e não há duas pessoas com o
diagnóstico de autismo que manifestem a síndrome da mesma maneira.
Pessoas com autismo têm “atraso ou funcionamento anormal” em algum grau nas trêss área seguintes:
-
- Interação social
- Comunicação
- Padrões de comportamento que são manifestados através de interesses ou atividades estereotipadas, restritas e/ou repetitivas.
Porém, no autismo, um dos
pontos-chave da dificuldade está no desenvolvimento emocional. As
pessoas com autismo têm como desafio a motivação, a persistência, o
auto-controle e a curiosidade.

O que mais caracteriza o autista não são os comportamentos apresentados, mas sim a omissão, o que a criança não faz, ou desconhece. O diagnóstico de autismo é mais preciso se baseado na dificuldade ou falha da pessoa em função do domínio específico sócio-comunicativo e relacional.
É importante ressaltar que o
diagnóstico de Autismo, Asperger ou Transtorno Global do Desenvolvimento
não prediz as dificuldades que a pessoa enfrentará na vida, tampouco
define um prognóstico, e nem mesmo fornece aos familiares ou
profissionais muita informação sobre o potencial individual da pessoa
diagnosticada.
É muito provável que as
características descritas da síndrome sejam descrições de mecanismos de
defesa, e não de orientação inata. O nosso cérebro está sempre em busca
de equilíbrio, enquanto processamos o que vemos, ouvimos, cheiramos,
degustamos ou sentimos. Todas as nossas experiências sensoriais e
emocionais impulsionam o crescimento de conexões, daí vem a necessidade
pela busca da regulação.
Essa busca acontece através da
auto-regulação e da corregulação emocional. Nós nascemos com a
necessidade de desenvolver auto e corregulação, as duas estratégias são
necessárias para que o mundo à nossa volta e as sensações das nossas
experiências façam sentido para nós. Sendo que a corregulação, nos
sistemas de pessoas com desenvolvimento típico, amadurece primeiro.
Autoregulação são as estratégias que desenvolvemos, centrados em nós mesmos.
Quando estamos em um estado de
ansiedade usamos estratégias de autoregulação, como colocar coisas na
boca (chicletes, balas, comida, café, cigarro), mover as mãos ou pernas,
levantar, andar, buscamos nos entreter de alguma forma que acalme o
nosso sistema nervoso. As pessoas com desenvolvimento social típico,
escolhem estratégias adequadas ao contexto social em que estão no
momento, já as pessoas com deficits sociais, como no autismo,
simplesmente buscam a estratégia mais conhecida deles para essa
autoregulação. Porém, as experiências sensoriais, mesmo de
autoregulação, provocam em nós uma resposta emocional.
Corregulação depende da troca emocional com o outro.
A capacidade de corregular a
emoção acontece através da simples presença do outro, do toque, do
olhar, do tom de voz. As crianças em geral, aprendem melhor através de
brincadeiras positivas que incluam movimento, de uma maneira que essa
interação mostre uma intenção clara no relacionamento, sem demandas
excessivas e fora de contexto. A habilidade do cérebro em organizar
essas informações relacionais é mais sofisticada se focada nessas
características englobando o desenvolvimento emocional, do que com o uso
de palavras explicativas.
As pesquisas na neurociência
estão ajudando a explicar como e por quê um bom desenvolvimento
emocional é essencial para entender relacionamentos, pensamento lógico,
imaginação, criatividade e até a saúde do corpo. Especialistas em
desenvolvimento concordam que o único fator que otimiza o potencial
intelectual da criança é um relacionamento seguro e de confiança com
seus pais e cuidadores. Por isso, o tempo gasto com chamegos,
brincadeiras, atenção total e uma comunicação consciente com a criança
estabelece uma relação segura e de respeito que é a base da pirâmide do
desenvolvimento infantil. Com um sistema emocional seguro, a criança
consegue se concentrar em explorar o mundo à sua volta, impulsionada
pela curiosidade
"TODO COMPORTAMENTO É IMPULSIONADO POR UMA EMOÇÃO, VOCÊ MUDA COMO UMA PESSOA SE SENTE E ASSIM MUDARÁ COMO ELA PENSA E SE COMPORTA." (ERIC HAMBLEN) |
A capacidade de corregular a
emoção abre as portas para outras tantas habilidades importantes no
desenvolvimento social, como coordenar-se com outra pessoa, seguir e
compartilhar interesses.
Por volta dos 18 meses de
idade, crianças com desenvolvimento típico já têm a habilidade de se
coordenar fisicamente com seus pais, através do movimento de uma forma
reflexiva e fluente, com pouquíssimo suporte. Com essa habilidade de
coordenar movimento "masterizada", pode-se mover o relacionamento a um
patamar verbal com uma troca de interesses, em que podemos compartilhar
com a criança o que nos interessa e vice-versa.
Pessoas com autismo têm
dificuldade de desenvolver a corregulação emocional, por isso tendem a
buscar a regulação através da autoestimulação. Criar jogos e
brincadeiras que estimulem a coordenação física de movimentos entre duas
pessoas, como o simples ato de caminhar juntos à uma distância que
permita uma troca social - esaa distância é no máximo de um braço -,
fazer atividades diárias juntos, pensadas em uma forma de coordenar o
movimento como no ato de puxar o lençol juntos para arrumar uma cama,
carregar cestos e sacolas juntos, já são exercícios que estimulam a
corregulação.
O cérebro humano tem um grande
desejo em agradar, em impactar as outras pessoas de forma positiva,
primariamente. Somos programados para causar reações emocionais nas
pessoas à nossa volta. Quando nossos sistemas têm uma desorganização,
muitas vezes só conseguimos esse impacto emocional através de
comportamentos opositores e provocativos. Mesmo nesses casos, o cérebro
ainda receberá uma recompensa emocional mais forte se a pessoa aprender
estratégias para impactar positivamente os outros. É um processo de
volta ao curso natural, que não é fácil e imediato, mas extremamente
necessário para uma melhor qualidade de vida e que depende do
desenvolvimento da corregulação emocional.
Através da habilidade de
corregular a emoção, também somos capazes de influenciar a nossa própria
emoção, isso quer dizer, se eu estou feliz e eu faço você feliz,
juntos, podemos fazer um ao outro mais feliz. Isso acontece através dos
meus atos em relação a você. É por meio do compartilhamento do olhar, do
toque, do tom de voz usado e das experiências, que nós vivemos juntos.
"Através de interações, não
apenas com seus pares, mas também com outros adultos, além da capacidade
de adultos e crianças intuitivamente interagirem entre si — para
compartilhar suas ideias, seus pensamentos, suas experiências juntos,
com o objetivo de que ambos compreendam e sintam emocionalmente a
presença um do outro — e assim sentir a intensidade ou intimidade, é
que desenvolvemos relações pessoais mais significativas neste mundo."
(Eric Hamblen)
As pessoas com autismo não
querem viver isoladas, elas precisam, assim como cada um de nós, do
convivio e do compartilhamento com outras pessoas. Ajudá-las e
desenvolver a corregulação emocional, o compartilhamento de sentimentos,
a ampliação da alegria, dividir suas incertezas e angústias, ter um
guia para descobrir o mundo são metas a serem seguidas, para que as
pessoas com autismo e suas famílias tenham uma melhor qualidade de vida.
Labels:
autismo,
regulação emocional,
sensorial
Thursday, April 11, 2013
Livro: Vivendo com Jonathan - Lições de amor, vida e autismo. By Sheila Barton
Um livro ao mesmo tempo forte e sensível. Narra com detalhes situações inusitadas porém cotidianas do que é viver com um filho autista, do ponto de vista da mãe. As cobranças internas e externas que sofremos, o sentimento de nunca estar fazendo o suficiente apesar do esforço sobre-humano.
A influência de profissionais que nos derrubam e outros que são verdadeiros anjos em nossas vidas e estendem a mão no momento certo, que compreendem a situação e tem uma visão clara do que é possível.
A relação da vida como um todo, que se embaralha, confunde e se organiza com a vida do filho com tantas necessidades
“ Leio sobre modelos médicos e sociais de deficiência, sobre o modo como a sociedade vê as pessoas deficientes, a sua necessidade de curá-las ou ignorá-las.
....
Em vez de ler livros, observo meu filho e ouço o que ele tem a dizer. Aprendo com ele o que lhe causa angústia, o que é difícil. e, por outro lado, o que pode ajudá-lo a encontrar sentido no mundo" pg 189
Vale cada linha! Recomendadíssimo!
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