Saturday, March 16, 2013

AT EASE - EXPLORAR - treinamento - março 2013

Os pais guiam a criança a Explorar novas experiências de aprendizado.
Para se sentir predisposta a novos conhecimentos, uma criança precisa ser capaz de Acessar e Tolerar as emoções que acontecem, naturalmente, quando se engajam em um novo aprendizado. 


Quando expostos à possibilidade de novos conhecimentos, nossas crianças sentem muita dificuldade, evitam e/ou reagem de forma agressiva, para que seus pais limitem a exposição à novas experiências de aprendizado, os adultos devem ser od guias emocionais das crianças frente ao novo.



Para entrar em contato sobre este seminário ou consultoria escreva para 
kcalouri@paceplace.org ou ehamblen@paceplace.org

Friday, March 15, 2013

AT EASE - TOLERAR - treinamento - março 2013

Pais e filhos reforçam a capacidade de Acessar um ao outro.  Eles se esforçam para permanecer conectados e engajados enquanto enfrentam sentimentos desagradáveis, que ocorrem naturalmente quando novas e desafiadoras experiências são vividas.

Os pais são os guias emocionais da criança. Uma criança NÃO vai aprender a Tolerar uma emoção que os pais não conseguem Tolerar em si ou na criança. Regular as emoções desconfortáveis é um desafio para qualquer um.
Nós somos capazaes de tolerar MUITO além do que imaginamos inicialmente!




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AT EASE - ACESSAR - treinamento - março 2013

Acessar é a capacidade de se conectar à outras pessoas, com a finalidade de aliviar nosso sofrimento, ou ampliar nossa alegria.



Acessar tem início na fase de desenvolvimento de co-regulação. Para orientar uma criança a aprender os padrões de adaptação, a fim de conseguir Acessar um suporte relacional, a orientação de um adulto sempre é necessária.



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AT EASE - treinamento - Valinhos/SP - março 2013


AT EASE™ Parenting and Learning Model


Crianças com distúrbios de aprendizagem social tem dificuldade para perceber, utilizar e desenvolver as habilidades sociais necessárias para regular as suas experiências emocionais de forma efetiva. Quando as crianças tem essa dificuldade ou são incapazes de desenvolver as habilidades necessárias para regular as suas emoções, o resultado mais comum é o aumento da ansiedade. Dependendo do temperamento da criança, de sua predisposição genética, da dinâmica da família e suas experiências de vida, essa ansiedade excessiva se expressará através do comportamento, sob diferentes formas.



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Saturday, March 9, 2013

Foco no afeto! por Arly Cravo


Quanto mais importância você dá para um fato desagradável, mais aumentam as suas proporções e se você continuar a dar cada vez mais importância a ele, esse fato acaba virando um problema.

Quando a vida nos coloca diante de alguém com quem temos uma relação destrutiva, desconfortável ou simplesmente com alto grau de desafinidade, o que precisamos fazer na hora é procurarmos manter a distância saudável.

Quando por alguma razão isto não for possível, quando o convívio em cativeiro for inevitável, tipo família e/ou trabalho, precisamos, a bem da saúde, focarmos nas qualidades daquela pessoa e mantermos a relação baseada nesses aspectos.

Tanto em um caso quanto em outro, o que a vida está pedindo é para que enviemos constantemente energia de amor para a pessoa.

Quando aprendemos a fazer isso, descobrimos um novo formato de relação no qual a oposição bélica do outro não interfere tanto, e cada vez menos, no nosso estado de espírito, a nossa paz interior é cada vez menos abalada. O amor, que é viabilizado pela expansão da consciência, está na frente.

Gosto de pensar, ainda que por fantasia, que um dos nossos maiores e mais importantes “trabalhos” aqui nesta vida é acendermos e mantermos acesa a nossa luz interior para iluminar onde haja escuridão, ainda que esta escuridão esteja em nós mesmos além de estar também em quem nos perturba de alguma forma.

Assim, vivemos como raios de luz que, quanto mais intensos (consciência expandida) mais levam clareza onde haja a escuridão do medo, da dúvida, da apreensão, da inveja, do ciúme, da maledicência, da competição, da baixa autoestima, etc.

Raios de luz pacífica que paradoxalmente têm como sentido de vida ir buscar a escuridão... que nunca encontrarão pois por onde passam clareiam e iluminam.

Com a consciência expandida e focada no amor e, portanto na compreensão e na generosidade, durante esses convívios não precisamos falar nada e nem confrontar ninguém. Basta que sejamos essa luz, ou seja, que estejamos conectados com o amor universal, que é o que cada um de nós, em essência é.

Foco no afeto!


Por Arly Cravo