Crianças com distúrbios de aprendizagem social tem dificuldade para perceber, utilizar e desenvolver as habilidades sociais necessárias para regular as suas experiências emocionais de forma efetiva. Quando as crianças tem essa dificuldade ou são incapazes de desenvolver as habilidades necessárias para regular as suas emoções, o resultado mais comum é o aumento da ansiedade. Dependendo do temperamento da criança, de sua predisposição genética, da dinâmica da família e suas experiências de vida, essa ansiedade excessiva se expressará através do comportamento, sob diferentes formas.
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Quanto mais importância você dá para um fato
desagradável, mais aumentam as suas proporções e se você continuar a dar
cada vez mais importância a ele, esse fato acaba virando um problema.
Quando a vida nos coloca diante de alguém com quem temos
uma relação destrutiva, desconfortável ou simplesmente com alto grau de
desafinidade, o que precisamos fazer na hora é procurarmos manter a
distância saudável.
Quando por alguma razão isto não for
possível, quando o convívio em cativeiro for inevitável, tipo família
e/ou trabalho, precisamos, a bem da saúde, focarmos nas qualidades
daquela pessoa e mantermos a relação baseada nesses aspectos.
Tanto em um caso quanto em outro, o que a vida está pedindo é para que enviemos constantemente energia de amor para a pessoa.
Quando aprendemos a fazer isso, descobrimos um novo formato de relação
no qual a oposição bélica do outro não interfere tanto, e cada vez
menos, no nosso estado de espírito, a nossa paz interior é cada vez
menos abalada. O amor, que é viabilizado pela expansão da consciência,
está na frente.
Gosto de pensar, ainda que por fantasia, que um
dos nossos maiores e mais importantes “trabalhos” aqui nesta vida é
acendermos e mantermos acesa a nossa luz interior para iluminar onde
haja escuridão, ainda que esta escuridão esteja em nós mesmos além de
estar também em quem nos perturba de alguma forma.
Assim,
vivemos como raios de luz que, quanto mais intensos (consciência
expandida) mais levam clareza onde haja a escuridão do medo, da dúvida,
da apreensão, da inveja, do ciúme, da maledicência, da competição, da
baixa autoestima, etc.
Raios de luz pacífica que
paradoxalmente têm como sentido de vida ir buscar a escuridão... que
nunca encontrarão pois por onde passam clareiam e iluminam.
Com a consciência expandida e focada no amor e, portanto na compreensão e
na generosidade, durante esses convívios não precisamos falar nada e
nem confrontar ninguém. Basta que sejamos essa luz, ou seja, que
estejamos conectados com o amor universal, que é o que cada um de nós,
em essência é.
É com imenso prazer que anuncio a participação de Patrick Torrey em nosso seminário. Ele somará seus 15 anos de experiência em dinâmicas de palestras, aos 25 anos de experiência do Eric Hamblen no trato com pessoas dentro do espectro autista. A presença de Pat Torrey acrescenta mais dinamismo ao curso e será uma oportunidade inesquecível de aprendizado!
As inscrições encerram-se no dia 8 de março, se alguém que conheçam ainda não fez a inscrição, mas tem a intenção de fazer o curso, por favor, repassem essa informação.
Este vídeo é a aplicação da Ténica usada para mudar o impulso na frustração do Luís para um cmportamento (resposta) mais apropriada.
Muitos objetivos foram traçados e alcançados com esta estratégia simples, no vídeo eu sigo um livrinho, feito por mim, à mão, para que ele também tivesse um suporte visual.
Ao contrários das técnicas usadas para modificar o comportamento por dificuldade de comunicação, esta técnica baseada na motivação socio-emocional não deve ser aplicada no momento da crise da criança, porque em crise emocional a criança não será capaz de aprender e modificar sua emoção, esta técnica é para ser "estudada" com a criança várias vezes ao dia, quando ela estiver calma.
A sequencia de estudo é:
Conversar com a criança sobre o que acontece que faz com que ela tenha uma reação emocional exagerada. " mamãe vai sair e você vai ficar em casa".
Entção descrever o comportamento que a criança geralmente tem nessa situação: "o Luís grita e pula". Modele o comportamento da criança. Dê sua resposta em relação a este comportamento da criança: "Isso não é legal". Análise racional ( o porquê ) de não reagir dessa maneira:
" Por que eu não grito e pulo? Porque eu perco algo divertido e isso faz com que a mamãe, o papai e o Pedro fiquem tristes"
Resuma: cheque por entendimento: " o que faz com que a mamãe, o papai e o Pedro fiquem treistes?" ou " como a mamãe, o papai e o Pedro se sentem quando o Luís grita e pula?". Dê outras opções para o comportamento: O que fazer
"Você pode contar até 10 ou brincar com o Woody" Pratique as opções dadas.