Saturday, March 9, 2013
Foco no afeto! por Arly Cravo
Quanto mais importância você dá para um fato desagradável, mais aumentam as suas proporções e se você continuar a dar cada vez mais importância a ele, esse fato acaba virando um problema.
Quando a vida nos coloca diante de alguém com quem temos uma relação destrutiva, desconfortável ou simplesmente com alto grau de desafinidade, o que precisamos fazer na hora é procurarmos manter a distância saudável.
Quando por alguma razão isto não for possível, quando o convívio em cativeiro for inevitável, tipo família e/ou trabalho, precisamos, a bem da saúde, focarmos nas qualidades daquela pessoa e mantermos a relação baseada nesses aspectos.
Tanto em um caso quanto em outro, o que a vida está pedindo é para que enviemos constantemente energia de amor para a pessoa.
Quando aprendemos a fazer isso, descobrimos um novo formato de relação no qual a oposição bélica do outro não interfere tanto, e cada vez menos, no nosso estado de espírito, a nossa paz interior é cada vez menos abalada. O amor, que é viabilizado pela expansão da consciência, está na frente.
Gosto de pensar, ainda que por fantasia, que um dos nossos maiores e mais importantes “trabalhos” aqui nesta vida é acendermos e mantermos acesa a nossa luz interior para iluminar onde haja escuridão, ainda que esta escuridão esteja em nós mesmos além de estar também em quem nos perturba de alguma forma.
Assim, vivemos como raios de luz que, quanto mais intensos (consciência expandida) mais levam clareza onde haja a escuridão do medo, da dúvida, da apreensão, da inveja, do ciúme, da maledicência, da competição, da baixa autoestima, etc.
Raios de luz pacífica que paradoxalmente têm como sentido de vida ir buscar a escuridão... que nunca encontrarão pois por onde passam clareiam e iluminam.
Com a consciência expandida e focada no amor e, portanto na compreensão e na generosidade, durante esses convívios não precisamos falar nada e nem confrontar ninguém. Basta que sejamos essa luz, ou seja, que estejamos conectados com o amor universal, que é o que cada um de nós, em essência é.
Foco no afeto!
Por Arly Cravo
Friday, March 1, 2013
Thursday, February 28, 2013
Programa Fátima Bernardes 27/02/13
http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/v/andre-e-marie-moraram-fora-do-brasil-como-filho-autista/2430209/http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/v/no-brasil-pedro-foi-estudar-em-escola-publica/2430214/
http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/v/marie-sobre-filho-autista-pedro-ignora-o-bullying/2430218/
Um obrigada às mães da escola do Luís :-)
http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/v/filho-de-ilton-caruso-foi-diagnosticado-aos-dois-anos/2430242/
"A escola regular é parte da intervenção precoce".
http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/v/berenice-comenta-a-lei-que-leva-o-seu-nome/2430241/
Tuesday, February 26, 2013
Cronograma - AT EASE Parenting and Learning Model
É com imenso prazer que anuncio a participação de Patrick Torrey em nosso seminário. Ele somará seus 15 anos de experiência em dinâmicas de palestras, aos 25 anos de experiência do Eric Hamblen no trato com pessoas dentro do espectro autista. A presença de Pat Torrey acrescenta mais dinamismo ao curso e será uma oportunidade inesquecível de aprendizado!
As inscrições encerram-se no dia 8 de março, se alguém que conheçam ainda não fez a inscrição, mas tem a intenção de fazer o curso, por favor, repassem essa informação.
As inscrições encerram-se no dia 8 de março, se alguém que conheçam ainda não fez a inscrição, mas tem a intenção de fazer o curso, por favor, repassem essa informação.
Sunday, February 24, 2013
Friday, February 22, 2013
Técnica para mudar comportamento baseada em motivação socio-emocional
Este vídeo é a aplicação da Ténica usada para mudar o impulso na frustração do Luís para um cmportamento (resposta) mais apropriada.
Muitos objetivos foram traçados e alcançados com esta estratégia simples, no vídeo eu sigo um livrinho, feito por mim, à mão, para que ele também tivesse um suporte visual.
Ao contrários das técnicas usadas para modificar o comportamento por dificuldade de comunicação, esta técnica baseada na motivação socio-emocional não deve ser aplicada no momento da crise da criança, porque em crise emocional a criança não será capaz de aprender e modificar sua emoção, esta técnica é para ser "estudada" com a criança várias vezes ao dia, quando ela estiver calma.
A sequencia de estudo é:
Conversar com a criança sobre o que acontece que faz com que ela tenha uma reação emocional exagerada. " mamãe vai sair e você vai ficar em casa".
Entção descrever o comportamento que a criança geralmente tem nessa situação: "o Luís grita e pula".
Modele o comportamento da criança.
Dê sua resposta em relação a este comportamento da criança: "Isso não é legal".
Análise racional ( o porquê ) de não reagir dessa maneira:
" Por que eu não grito e pulo?
Porque eu perco algo divertido e isso faz com que a mamãe, o papai e o Pedro fiquem tristes"
Resuma: cheque por entendimento: " o que faz com que a mamãe, o papai e o Pedro fiquem treistes?" ou " como a mamãe, o papai e o Pedro se sentem quando o Luís grita e pula?".
Dê outras opções para o comportamento: O que fazer
"Você pode contar até 10 ou brincar com o Woody"
Pratique as opções dadas.
Acesse também:
Comportamento socio-emocional e autismo
ABA na brincadeira
AT EASE Model
Thursday, February 21, 2013
Minha filha ....
Existe algum programa para a criança responder mais rapidamente a
perguntas? A minha filha somente reponde rápido quando o assunto a interessa, senão
muitas vezes só responde as perguntas de outras pessoas quando EU chamo a
sua atenção ou então não responde. As pessoas e outras crianças acabam
desistindo de falar com ela. Já tentei explicar que assim como ela quer
respostas rápidas das pessoas as mesmas esperam o mesmo dela e que mesmo
ela achando idiota certas perguntas que fazem (repetitivas) ela tem de
responder. O que tenho feito às vezes: Faço uma pergunta sobre qualquer
coisa que está acontecendo na hora e preciso da resposta. Ela me ignora e
faz uma pergunta do seu interesse. Eu ignoro também e mostro a ela como é
chato alguém perguntar e não ter resposta...e ainda completo que só
respondo a pergunta dela se antes ela responder a minha....daí ela
responde. Ela faz muuuuuitas, mas muitíssimas perguntas....algumas nem
sei responder....
Procuro trabalhar em cima de "comentários", evito perguntações.....mas às vezes são inevitáveis, ainda mais quando partem de outras pessoas.
Puxe mais para o lado da emoção.
Primeiro é importante entender que o assunto que ela gosta ou tem interesse a resposta está na ponta da língua mesmo e essas virão sempre mais rápido.
Quanto às perguntas óbvias dos outros, é legal mostrar (sem explicar) que às vezes fazemos "perguntas" que na verdade só são para nos sentirmos ligados à outra pessoa. Mas isso não dá para explicar, vira um enrrosco que parece resolver hoje e amanhã aparece outro pepino na mesma base da lacuna no desenvolvimento dela.
Conversem entre vocês, o exemplo é sempre o melhor caminho, ainda mais para sua filha que tem bom entendimento.
"Oi querido, que bom que você chegou em casa!
Olá querida, gosto quando você fala comigo!Fez calor hoje, né?!
Sim, também senti muito calor, obrigada por perguntar isso para mim.
Ah querida, gosto tanto quando você responde ao meu comentário."
Eu acho que é por aí .... assim simples, e quando a sua filha responder às perguntas (mesmo que sejam as do interesse dela) elogie dizendo que você gostou que ela respondeu a pergunta, com uma emoção bem positiva, sorriso, um amasso nela. Assim vai criar a cultura de querer responder às perguntas.
Quando você fizer uma pergunta ou comentário (mesmo bobo) que ela te ignore, congele o momento até a resposta vir, sem bringa, sem ficar brava, sem emoção nesse congelamento, você segura as mãos dela no seu rosto, assim ela vai virar a atenção para você, mesmo que ela desvie o olhar para escapar do momento, siga ali, se você sentir que ela nem prestou atenção na pergunta ou comentário, repita 1 só vez nesse congelamento, e espere, espere, espere, seja mais persistente que ela, que alguma coisa vai vir (eu já cheguei a congelar um momento com o Luís por 30 minutos, rsrs), então só faça essas perguntas quando você tiver o tempo de ficar ali, congelada com ela. Planeje perguntas bobas (mas não extremamente bobas, as bobas comuns que ela ignora) para trabalhar esse congelamento com ela. É possível que ela chore, mude de assunto, vire um metralahdora de outras perguntas, fique ali, emoção neutra com uma expressão de suporte a ela (um leve sorriso só para ela ter certeza que você não está brava), espere o turbilhão de emoções passar, repita sua perguntinha inicial e espere NãO EXPLIQUE QUE ELA Só SAIRÁ DESSE CONGELAMENTO QUANDO RESPONDER, ela irá descobrir pela experiência e essa é a diferença entre aprender pela emoção e obedecer a uma lógica. VÁ PELA EMOÇAO!
Vou parar com a explicação então....mas noto que ela fica atenta ao que eu explico e às vezes quando consegue determinadas coisas fica orgulhosa de si mesma.
Ontem uma senhora perguntou a ela se tinha medo de ventania e ela olhou e não respondeu. Daí ela me olhou e perguntou-me algo do seu interesse e eu apenas apontei para a senhora....tipo....ela te fez uma pergunta. Bom....demorou um tempão mas ela acabou repondendo, mas antes disso deu muita risada da minha cara, achou super engraçada a minha atitude....mas depois se flagrou que eu não reponderia as suas perguntas antes dela responder a senhora.
Ela se beneficia muito do sentimento de competência, esse sentimento é valiosos por demais, principalmente para ela que é tão corrigida na escola, ela precisa sentir que é boa pessoa.
Mesmo que as explicações faladas (lógicas) ajudem num primeiro momento, ligar o "semancol" é mais importante, e isso só acontece através da experiência emocional.
O riso é para mascarar para ela mesma o sentimento de incômodo, sentir esse incômodo é básico para as habilidades sociais! Amei!!!
Pois é...em várias situações ela ri da cara das pessoas....e se elas ficam bravas daí ela se esborracha de tanto rir e continua a provocação. Quando acontece comigo, o que é raro porque ela me conhece e sabe bem direitinho até onde pode ir, eu não dou muita importância e sigo o que estou fazendo e continuo conversando com ela normalmente. Eu não sabia que o riso nessas horas era tão importante. Fique feliz porque justamente nas situações embaraçosas ela ri e muitas vezes fica notório o nervosismo. Muitas, mas em muitas situações também, ela "envareta".
É importante que esse riso dê espaço ao real sentimento de incômodo, só assim ela terá uma atitude mais sociável e irá amadurecer social e emocionalmente.
Procuro trabalhar em cima de "comentários", evito perguntações.....mas às vezes são inevitáveis, ainda mais quando partem de outras pessoas.
Puxe mais para o lado da emoção.
Primeiro é importante entender que o assunto que ela gosta ou tem interesse a resposta está na ponta da língua mesmo e essas virão sempre mais rápido.
Quanto às perguntas óbvias dos outros, é legal mostrar (sem explicar) que às vezes fazemos "perguntas" que na verdade só são para nos sentirmos ligados à outra pessoa. Mas isso não dá para explicar, vira um enrrosco que parece resolver hoje e amanhã aparece outro pepino na mesma base da lacuna no desenvolvimento dela.
Conversem entre vocês, o exemplo é sempre o melhor caminho, ainda mais para sua filha que tem bom entendimento.
"Oi querido, que bom que você chegou em casa!
Olá querida, gosto quando você fala comigo!Fez calor hoje, né?!
Sim, também senti muito calor, obrigada por perguntar isso para mim.
Ah querida, gosto tanto quando você responde ao meu comentário."
Eu acho que é por aí .... assim simples, e quando a sua filha responder às perguntas (mesmo que sejam as do interesse dela) elogie dizendo que você gostou que ela respondeu a pergunta, com uma emoção bem positiva, sorriso, um amasso nela. Assim vai criar a cultura de querer responder às perguntas.
Quando você fizer uma pergunta ou comentário (mesmo bobo) que ela te ignore, congele o momento até a resposta vir, sem bringa, sem ficar brava, sem emoção nesse congelamento, você segura as mãos dela no seu rosto, assim ela vai virar a atenção para você, mesmo que ela desvie o olhar para escapar do momento, siga ali, se você sentir que ela nem prestou atenção na pergunta ou comentário, repita 1 só vez nesse congelamento, e espere, espere, espere, seja mais persistente que ela, que alguma coisa vai vir (eu já cheguei a congelar um momento com o Luís por 30 minutos, rsrs), então só faça essas perguntas quando você tiver o tempo de ficar ali, congelada com ela. Planeje perguntas bobas (mas não extremamente bobas, as bobas comuns que ela ignora) para trabalhar esse congelamento com ela. É possível que ela chore, mude de assunto, vire um metralahdora de outras perguntas, fique ali, emoção neutra com uma expressão de suporte a ela (um leve sorriso só para ela ter certeza que você não está brava), espere o turbilhão de emoções passar, repita sua perguntinha inicial e espere NãO EXPLIQUE QUE ELA Só SAIRÁ DESSE CONGELAMENTO QUANDO RESPONDER, ela irá descobrir pela experiência e essa é a diferença entre aprender pela emoção e obedecer a uma lógica. VÁ PELA EMOÇAO!
Vou parar com a explicação então....mas noto que ela fica atenta ao que eu explico e às vezes quando consegue determinadas coisas fica orgulhosa de si mesma.
Ontem uma senhora perguntou a ela se tinha medo de ventania e ela olhou e não respondeu. Daí ela me olhou e perguntou-me algo do seu interesse e eu apenas apontei para a senhora....tipo....ela te fez uma pergunta. Bom....demorou um tempão mas ela acabou repondendo, mas antes disso deu muita risada da minha cara, achou super engraçada a minha atitude....mas depois se flagrou que eu não reponderia as suas perguntas antes dela responder a senhora.
Ela se beneficia muito do sentimento de competência, esse sentimento é valiosos por demais, principalmente para ela que é tão corrigida na escola, ela precisa sentir que é boa pessoa.
Mesmo que as explicações faladas (lógicas) ajudem num primeiro momento, ligar o "semancol" é mais importante, e isso só acontece através da experiência emocional.
O riso é para mascarar para ela mesma o sentimento de incômodo, sentir esse incômodo é básico para as habilidades sociais! Amei!!!
Pois é...em várias situações ela ri da cara das pessoas....e se elas ficam bravas daí ela se esborracha de tanto rir e continua a provocação. Quando acontece comigo, o que é raro porque ela me conhece e sabe bem direitinho até onde pode ir, eu não dou muita importância e sigo o que estou fazendo e continuo conversando com ela normalmente. Eu não sabia que o riso nessas horas era tão importante. Fique feliz porque justamente nas situações embaraçosas ela ri e muitas vezes fica notório o nervosismo. Muitas, mas em muitas situações também, ela "envareta".
É importante que esse riso dê espaço ao real sentimento de incômodo, só assim ela terá uma atitude mais sociável e irá amadurecer social e emocionalmente.
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