Sunday, October 28, 2012

Grupo de Apoio a pais e familiares - novembro 2012

Evento gratuito!
Temos a possibilidade de salas de apoio para ficar com as crianças no horário do encontro, para isso, mande um e-mail para tatiksenhuk@terra.com.br

Grupo de Apoio a pais e familiares - outubro 2012


Saturday, October 20, 2012

II ENCONTRO DE PAIS E AMIGOS DA AMDE -OUTUBRO

TEMA: Do Comportamento à comunicação.

Palestrante: MARIE DORIÓN SCHENK

Dia: 20 de Outubro de 2012
Local: ArmaZen da Natureza
Rua Antonio Soares, 334- Jardim Paulistano Sorocaba-SP

Horário: 9:00h às 12:00hs .
Informações :15- 32110314 / 32111955
andrea.amdesorocaba@hotmail.com


Thursday, October 18, 2012

Curso PECS oficial


São Paulo - 3 e 4 de Dezembro
Horário: 8.30 as 16.30
APADE
Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Deficiência
Rua Moreira e Costa, 473
Bairro Ipiranga (próximo ao Museu do Ipiranga).

Risperidona X Abilify

Idas e vindas das nossas decisões, sempre, lógico, pensando no bem-estar.

O Pedro desenvolveu razoável até os 5 anos de idade, quando tivemos o aparecimento de uma irritação quase que constante, essa irritação gerou muitos episódios de agressão, mais contra o irmão. Depois de muitas tentativas, aos 6 anos resolvemos, com a ajuda de uma neurologista medicá-lo, ele passou então a tomar Respidon (do princípio da risperidona). E assim foram anos, com algumas fases melhores, até que há por volta de 10 meses atrás, encontramos o que eu classificaria da melhor fase do Pedro, em que as energias se renovavam a cada palavra, combinação de palavras, sorriso constante. Além da medicação, muita terapia, muita estimulação ainda acontece, mas este é um relato sobre as medicações.

Em julho resolvi tentar algo novo, algo mais moderno, afinal, temos que ter a mente aberta, certo?! Com a ajuda de um psiquiatra fizemos a troca da Risperidona pelo Abilify. Nas primeiras semanas o Pedro ficou muito mais tranquilo, sem um caminhar de lá prá cá e parecia mais tranquilo no geral. Isso era a retirada da Risperidona e não a entrada do Abilify que ainda não tinha começado a fazer efeito, essa medicação demora em torno de 20 dias para fazer efeito.

Estamos há 1 mês e meio com o Abilify e em estado de calamidade em casa, o Pedro ficou uma criança do apática para o triste, sendo que a alegria sempre foi sua maior característica. Sempre na dúvida se é impressão minha ou realidade, esta semana brincamos de guerra de almofada, na maioria das vezes o Pedro precisa de ajuda para atirar as almofadas, antes porque não se aguentava de tanto rir, mas nessa semana ele precisou de ajuda pela tremenda apatia. Esse foi o meu maior sinal de basta. Sim, eu tenho a mente aberta, mas não os olhos vendados.




Lendo relatos de outras famílias nos EUA, a tristeza e choro não é um efeito tão incomum nas crianças autistas usando o Abilify.

Este é um relato 100% pessoal, até hoje não ouvi ninguém dizer que não se adaptou ao Abilify, já ouvi e vi muitas crianças não se adaptarem ao Risperidona; mas, no caso do Pedro foi ao contrário. Ele precisa da medicação para segurar algumas reações fisiológicas de medo, sem a medicação, por motivo não aparente o coração dele dispara, as pupílas dilatam e ele perde o controle emocional.

Resolvi relatar simplesmente para alertar outras famílias que talvez tenham crianças que a reação de tristeza e apatia apareça, mas daí vai de cada família decidir o que fazer.

Friday, October 12, 2012

Reguladores do comportamento pró-social

Um publicação na edição de setembro da revista Psychological Science trata sobre comportamento pró-social e empatia. Grant e Dutton fazem observações que mostram que o comportamento pró-social é impulsionado mais pela reflexão em dar do que em receber.

Grant e Dutton:
A pesquisa mostra que refletir sobre os benefícios recebidos pode tornar as pessoas mais felizes, mas não está claro se tal reflexão torna-os mais generosos. Receber benefícios podem promover comportamentos pró-sociais por meio da reciprocidade e afeto positivo, mas esses efeitos são muitas vezes específicos de uma relação, de curta duração, e complicados por reações ambivalentes. Propomos que o comportamento pró-social é mais provável quando as pessoas refletem sobre ser um benfeitor para os outros, em vez de um beneficiário. A experiência de dar benefícios pode incentivar o comportamento pró-social, aumentando a importância e força da identidade da pessoa como um colaborador cuidadoso e capaz. Em experimentos de laboratório e de campo, descobrimos que os participantes que refletiram sobre a doação de benefícios voluntariamente contribuíram mais tempo para a sua universidade, e eram mais propensos a doar dinheiro para as vítimas de desastres naturais, do que os participantes que refletiram sobre o recebimento de benefícios. Quando se trata de reflexão, dar pode ser mais poderoso do que receber como motoriz de comportamento pró-social.


Fonte: Deric Bownds' MindBlog

O estudo é interessante para refletir que, independente do grau de comprometimento das nossas crianças, tornea-las capazes de contribuir com a sociedade e fazer benfeitorias aos outros é um caminho natural para torná-los mais sociáveis.