Wednesday, September 8, 2010

Sensory Discrimination Disorder (SDD)


Sensory Discrimination Disorder (SDD) Transtorno de discriminação sensorial - é o problema em entender e/ou interpretar mensagens sensoriais, isto provoca uma dificuldade em perceber diferenças e similaridades entre sensações. Esta desconexão acontece em um ou mais dos sistemas sensoriais.

Discriminação sensorial é o que nos permite distinguir entre um chorinho de bebê e um miado de gato (discriminação auditiva); quente/frio (discriminação táctil); encaixar peças num quebra-cabeças (discriminação visual). A capacidade de discriminação sensorial está no nosso sistema nervoso central e afeta todos os sete sentidos.

Uma criança com SDD táctil não conseguirá identificar um objeto somente pelo toque, ela precisara ver o objeto para poder identificá-lo.

Crianças com SDD geralmente precisam de tempo extra para processar as informações sensoriais pois elas têm dificuldade em decodificar as informações que estão recebendo de uma forma rápida e natural como as outras crianças.

Casos extremos podem colocar crianças em risco, se a criança não consegue perceber, ou reage muito lentamente a uma sensação de calor, como o provocado por uma chama ou uma lâmpada, pode causar ferimentos sérios.

Algumas pessoas reportam a dificuldade de perceber e discriminar calor e frio em seus corpos, provocando uma resposta comportamental incorreta, se a pessoa está com calor e não consegue discriminar a sensação acaba por colocar um agasalho ao invés de tentar se refrescar.

Nossa experiência:


O Pedro tem uma dificuldade em processar informações tácteis e auditivas tornando a visão um sentido dominante. Para desenvolver o sentido táctil nós cobrimos com uma manta objetos e ele tinha que encontrar o par do objeto que ele via com o que ele tocava e não podia ver. No começo os objetos tinham que ser muito diferentes, como um carrinho e uma bolinha de algodão, depois pudemos introduzir objetos mais parecidos. Numa primeira tentativa nós cobrimos os olhos do Pedro como na brincadeira cabra-cega, ele entrou em estado de pânico ao ter seus olhos cobertos, por isso retomamos o exercício cobrindo os objetos com a manta.


Da mesma forma trabalhamos a discriminação auditiva com brinquedos que imitavam barulhos, como vaca, cavalo, pato, sapo, carro de bombeiro, depois passamos a usar um bingo auditivo.

Problemas posturais - nossa experiência



O Luís foi uma criança com problemas posturais, como foi possível detectar precocemente, hoje ele não apresenta nenhuma característica que eram causadas por baixo tônus muscular na região abdominal e costas.

Nós realizamos uma série de exercícios diários com o objetivo de fortificar a musculatura do corpo. A base dos exercícios é para fortificar o abdômem e costas que são pontos chaves para uma boa postura.
Um grande sinal de que o Luís tinha problemas posturais foi o sentar em "W" como na foto acima, esta posição das pernas amplia a base e "tira" o esforço natural do abdômem e costas para nos manter eretos. Outra característica era que ele sempre apoiava com o braço ou cotovelos quando sentado.
Ao caminhar, ele balançava bastante o braço esquerdo.
Muitos dos exercícios estão no vídeo do link abaixo, nós fazíamos esta ginástica três vezes ao dia, pelo menos dois dos exercícios. Quando o Luís atingiu um controle muscular satisfatório na região abdominal ele iniciou aulas de ginástica de solo que ajudaram a desenvolver ainda mais o tônus muscular.
Video:

Thursday, September 2, 2010

Planejamento motor oral - nossa experiência


Voltamos ao Pedro, a boca e respiração dele ainda são fontes de preocupação.

O controle muscular foi conseguido através de uma estimulação chamada M.O.R.E. ( componente Motor, organização Oral, demandas da Respiração e contato ocular - Eye) que é um protocolo desenvolvido por uma fono.

Ele baseia-se em massagens dentro da boca e na face, estimulação do sopro e do engolir corretamente, além da respiração.

As massagens ajudaram no tônus muscular da face e boca do Pedro, ele tínha nódulos nos músculos da bochecha que desapareceram com a massagem. O protocolo não é complicado e há um video e livro que explicam como aplicá-lo.

O Pedro segue com resistência a experimentar comidas novas, porém o problema de controlar a saliva desapareceu. Ele aprendeu a soprar e sugar pelo canudinho, habilidades que ele não tinha anterior às massagens orais.

M.O.R.E - Integração da boca com as funções sensoriais e posturais.

Enquanto as abordagens motoras-orais para o tratamento de crianças com problemas neurológicos concentrava-se na disfunção alimentar grave o trabalho clínico com crianças que têm processamento sensorial / disfunção de desenvolvimento revelou uma forte associação entre o motor-oral e a disfunção respiratória e integrativa sensorial e muitos problemas sensório-motores.

O protocolo M.O.R.E é baseado num referencial teórico para compreender como e por que muitos aspectos do desenvolvimento é significativamente influenciado por funções orais. Existe uma relação da sucção / deglutição / respiração sincronia com o comportamento, aprendizado, desenvolvimento postural, alimentação, comunicação, excitação, auto-regulação, desenvolvimento psicossocial, percepção visual / auditiva e até problemas de saúde comuns em crianças.

Patti Oetter foi pioneira no desenvolvimento dos conceitos deste tratamento que capitalizou sobre essas relações interdependentes.
Alguns exercícios e brinquedos podem ser utilizados para facilitar a integração da boca com o desenvolvimento sensorial e postural, incluindo a auto-regulação e atenção, incluíndo a sucção, deglutição, sincronia da respiração. Alguns brinquedos utilizados são apitos, sopradores, Kazoos, bolhas, etc


Fonte do M.O.R.E. : http://www.pdppro.com/
Livro: M.O.R.E.: Integrating the Mouth With Sensory and Postural Functions, 2nd Ed.
Patricia Oetter, Eileen Richter, Sheila Frick

Planejamento motor fino - nossa experiência


Ah! A dificuldade de segurar utensílios em geral, da colher a tesoura, passando pelo lápis tão importante para a escrita.


Nosso trabalho foi baseado em primeiro trabalhar os músculos das mãos, no caso do Pedro ele não tinha problema com produzir força na mão, mas sua dificuldade era em controlá-la, em segurar o lápis da forma correta e usar a tesoura, o que ele não gosta até hoje mas já consegue usá-la.


Os músculos do Pedro, incluindo das mãos sempre foram muito fortes, porém ele tem algumas dificuldades com alongamento/flexibilidade dos músculos, o que o coloca na dispraxia.


Nós trabalhamos muito com massinha de modelar, primeiro só cutucando a massinha com o indicador, a mão do Pedro não conseguia fazer o gesto de apontar, uma vez que o gesto estava formado com mais facilmente nós passamos a estimular o gesto estourando bolinhas de sabão.


Ainda com a massinha de modelar nós trabalhamos o controle fino usando rolo, cortador e moldando bolinhas e figuras simples como bonecos de neve. No começo o Pedro precisava de auxílio mão sobre mão até ele entender o movimento e a intensidade da força que deveria ser empregada.


Também trabalhamos andar como caranguejo, como carrinho de mão, engatinhar, movimentos que requerem o apoio das mãos no chão trabalhando força e a abertura das mãos e dedos.


A entrada do lápis, canetinha e giz se deu primeiro na posição vertical em lousa, segundo a TO que atendia o Pedro, essa posição vertical estimula o correto segurar do lápis.


Depois entramos com desenhos de formas geométricas, o infinito (8 deitado) que trabalha a integração dos dois hemisférios do cérebro, sempre utilizando a lousa e a posição em pé.


Das formas geométricas introduzimos os desenhos simples, formando imagens com base nas formas geométricas. Hoje o Pedro desenha lindamente, principalmente aos olhos da mãe, essa trajetória fica para outro post.


O Luís também teve dificuldade com as mãos, no caso dele era com a força das mãos, os exercícios físicos com apoio das mãos também ajudaram neste caso, além das pinças, uma idéia vinda de uma amiga que mora no Japão, nós brincavamos com pinças e bolinhas de algodão a princípio, depois com bolinhas de gude até chegar a usar chopsticks, que o Luís usa para comer até hoje.

Planejamento motor grosso- nossa experiência










O Pedro foi carinhosamente apelidado de criança King Kong porque quando ele passava levava tudo em seu caminho para o chão, ele tropeçava e levantava parecendo nem perceber o que tinha acontecido.

Outra característica interessante é que ele parecia perder o foco, vamos dizer, era uma falta de completar o que ele tinha planejado e não um voar no pensamento.

Teve uma vez em que ele pediu água, ele estava com sede, ou seja, o grande motivador estava presente, o pai serviu o copo de água e mostrou ao Pedro, o Pedro viu e só precisava atravessar uma sala pequena para alcançar o copo d'água e matar sua sede, porém, depois de dois passos ele parecia não saber o porquê estava se movendo, o que tinha planejado fazer, mesmo que o motivador, a sede no caso, ainda estava presente.

O Pedro sempre foi de muito movimento mas, tinha algo no mover-se dele que me intrigava, ele parecia não estar muito no controle dos movimentos, muitas vezes até era nítido que o movimento do corpo dele era o que controlava a pessoa dele.

Com isso fomos apresentados aos problemas de planejamento motor, academicamente conhecida por dispraxia motora grossa. O cérebro do Pedro se perde, hoje com menos freqüência e intensidade, no como executar os movimentos seqüenciais para a tarefa, a reação dele aos estímulos também é mais lenta, o que complica mais todo o processo.

O que nós fizemos para ajudá-lo foi dar ao seu sistema nervoso central muita experiência em movimentos seqüenciais, uma vez esses movimentos assimilados pelo cérebro eles passam a ser automáticos e a execução de tarefas mais eficiente, o desgaste de energia e atenção desprendida também é menor para movimentos que deveriam ser automatizados, com isso "sobra" mais atenção e energia para interagir com o mundo.

Dentro das estratégias de estimulação que nós usamos foram incluídas muita dança com movimentos simples porém que variavam conforme o ritmo e a letra da música, a velocidade era bem diminuída, por isso, ao invés de usar música gravada nós cantávamos ou mantínhamos o ritmo com a nossa voz. Essa diminuição na velocidade era levando em consideração a forma mais lenta que o Pedro processava as informações.

Também trabalhamos as coreografias das músicas infantis, e aqui aproveitávamos para incluir movimentos do Brain Gym, o constante mudar a cabeça de posição e bilateralidade, tudo muito lento dando o tempo de amadurecimento das novas conexões neuroniais que estávamos estimulando.

Outra atividade usada foi o circuito, aqui eu preparei um percurso que incluíam vários movimentos distintos, o objetivo era treinar o cérebro a mudar de um movimento a outro completamente diferente. Os movimentos haviam sido previamente ensinados por imitação através do ABA e aqui deveriam ser performados com um enfoque de amadurecer o planejamento motor.

Um percurso seria pular como sapo em cinco tapetinhos quadrados colocados no chão, depois subir numa plataforma e saltar com os pé juntos, depois engatinhar através de um túnel, depois girar dentro de um bambolê e terminar com cinco polichinelos. Este circuito era modificado a cada 15 dias em média. Alguns movimentos eram mantidos, porém em ordem distintas, outros movimentos eram substituídos.

Alguns problemas que nós enfrentamos foram em manter o Pedro no circuito ou criar uma previsibilidade do que ele tinha que fazer, nós resolvemos isso colocando uma fita crepe no chão para delimitar a área do circuito, primeiro a fita crepe delimitava os dois lados, duas faixas paralelas, depois ele já conseguia se manter no circuito só com uma faixa de fita crepe, até q a fita crepe foi totalmente eliminada. Para ajudá-lo na previsibilidade nós colocamos folhas no chão escrito o que ele deveria fazer (pular como sapo, saltar, engatinhar, rodar), nós aproveitamos a habilidade de leitura do Pedro, para uma criança que ainda não saiba ler, porém precisa desse suporte é possível usar figuras explicando o que ela deve executar.

Exercícios mais avançados de planejamento motor são a corda bamba e a parede de escalada. É interessante que na corda bamba a tensão da corda seja mudada, assim cria mais desafio, na prática isso acontece naturalmente porque os nós cedem, então é só lembrar de não apertar tão prontamente, para a parede de escalada as agarras devem ser móveis, assim podem ser criados caminhos de escalada diferentes forçando com que a mente esteja sempre engajada na ação.

Tuesday, August 31, 2010

Sensory-Based Motor Disorder (SBMD)


Sensory-Based Motor Disorder (SBMD)- Transtorno Sensorial de Base Motora - é o problema em estabilizar, mover-se ou planejar uma série de movimentos em resposta a um estímulo sensorial.

Esta modalidade ocorre nos sentidos "escondidos", proprioceptivo e vestibular (músculos, movimento e gravidade) pois não respondem de uma forma que o indivíduo consiga perceber seu próprio corpo no espaço e controlar precisamente seus movimentos.

O sistema proprioceptivo permite que nós percebamos aonde estão as partes do nosso corpo em relação uma das outras e manda os sinais de quanto esforço deveremos colocar nos nossos músculos para mover o nosso corpo.

O sistema vestibular nos mantem informados de onde estamos no espaço, da posição da nossa cabeça.

Crianças com Transtorno Sensorial de Base Motora tem dificuldade em seqüenciar movimentos.

Dentro do grupo de transtorno sensorial de base motora a criança pode ter:

Dispraxia que é a dificuldade em traduzir informações sensoriais em movimentos físicos, movimentos novos ou movimentos com etapas múltiplas.

Esta dificuldade pode ser na área motora grossa e por estas crianças não terem um natural senso de onde seus corpos estão no espaço e em relação às outras pessoas e objetos, é comum que estas crianças tropecem ou trombem em pessoas e coisas constantemente.

A dispraxia motora fina geralmente se torna evidente pela dificuldade da criança de alcançar objetos, segurar objetos pequenos e liberar de suas mãos objetos intencionalmente.

A habilidade de executar trabalhos escolares também é profundamente afetada.

E a criança pode apresentar dispraxia oral que são as dificuldades em torno da boca com o uso da língua, lábios e músculos da boca. Geralmente estas crianças tem dificuldade com sugar, engolir e respirar profundamente, além da dificuldade de manter a boca fechada causando que a criança babe.

Crianças com dispraxia geralmente têm pouca tolerância frente a frustrações e pouca auto-estima causadas pela extrema dificuldade de realizar atividades básicas.

Problemas Posturais é a dificuldade em manter o controle adequado do corpo para efetuar tarefas motoras. Baixo tônus muscular causam os problemas de postura, baixo tônus muscular nas costas e abdômem influenciam todas as posturas, da escrita às brincadeiras de parquinho e baixo tônus muscular na região da boca pode dificultar o controle do maxilar inferior que causará inúmeros outros problemas relacionados a boca, da baba a respiração incorreta, passando pela fala e mastigação.

Quando as crianças têm um bom controle da postura conseguem utilizar seus corpos efetivamente, elas conseguem puxar, empurrar, alcançar e resistir e empenharem a força necessária para completarem as tarefas do cotidiano.

A postura correta do corpo nos proporciona uma base estável, porém móvel para o movimento da cabeça, olhos e membros.

Bibliofrafia:

Sensational Kids - Hope and Help for Children with sensory Processing Disorder (SPD) by Lucy Jane Miller, Ph.D., OTR

Sensory seeking - nossa experiência


O Pedro é uma criança em constante movimento, coloca as mãos em tudo, pula, corre, mexe a cabeça, vai de encontro aos móveis e paredes, agarra, aperta, amassa as pessoas, coloca areia na boca, lambe postes, cheira canetinhas, dá gritinhos só para ouvir a própria voz, tudo isso desde bem cedo no dia, por volta das 6 da manhã.

Quando no trampolim ele começa a pular sozinho, depois quer a presença de um adulto (mais pesado que ele) assim o reflexo do pulo da outra pessoa dá mais input ao seu salto, depois ele se joga de costas no trampolim com um salto, depois ele pede para ser "basketball" que é uma brincadeira inventada com o pai em que o outro pula e dá impulsos no Pedro deitado no trampolim como se ele fosse uma bola de basket. É assim que ele escala em busca de mais estímulo sensorial.

Adora passar as coisas no rosto, coloca areia, folhas, terra na cabeça, está em constante busca por estímulos sensoriais e nada parece saciar a sua “fome”.

As palmas das mãos, plantas dos pés, rosto e região genital são as áreas do corpo que tem mais sensores em que os estímulos sensoriais são percebidos com mais intensidade.

Quando ainda morávamos nos EUA, durante o mês de verão o Pedro ia para o jardim, descalço às 6 da manhã e lá ele corria, pulava, brincava no balanço, colocava a mão na terra como táticas para suprir sua necessidade sensorial enquanto eu ainda abria os olhos e o irmão dormia.


Nos meses de inverno e dias de chuva na primavera o Pedro ficava no nosso “indoor park” que era um quarto da casa cheio de brinquedos que estimulam o sistema vestibular e proprioceptivo.


Até hoje o Pedro precisa de auxílio para canalizar a energia, temos que levá-lo a caminhadas, supermercado em que ele empurra o carrinho, ajuda a carregar as compras, andar de bicicleta e eu arduamente estou tentando estimular a Yoga. Nos finais de semana temos que fazer um revezamento, meu marido e eu, e enquanto um sai com o Pedro para direcionar seu excesso de "energia" o outro descansa com o irmão.

O que eu percebi é que o mover-se por mover-se sem engajar o cognitivo faz muito pouco (até mesmo nada ou prejudica) a organização do processamento sensorial do Pedro, por isso eu tento canalizar a busca sensorial do Pedro com algo que tenha um objetivo, os esportes são ótimas ferramentas que podem ser exploradas nesse sentido.


Além disso eu faço uso de essências pela casa, velas com cheiro doce como baunilha ou morango além de dar o estímulo no olfato acalmam pela essência. a terapia da escovação, massagem com vibrador elétrico, massagem nos pés com hidratante de hortelã, música suave como música Celta ou Bethoveen, limito ao máximo o tempo de televisão, meus filhos ainda não tem acesso mínimo ao computador, engajo nas rotinas da casa com as atividades do RDI incorporando carregar e puxar para trabalhar os músculos, alimento todos os sistemas sensoriais para diminuir essa fome constante, e assim vamos tocando a vida.

Para as crianças que são sensory seeking apenas dizer “fique quieto” tem pouquíssimas chances de surtir efeito por mais de 3 segundos, mas se elaborada uma dieta sensorial a criança vai estar “nutrida” sensorialmente e assim terá mais disposição para focar a atenção.

Se o ambiente é na escola, a criança pode mover as cadeiras, empurrar contra a parede, carregar livros, levar bilhetes para outras salas antes das tarefas que requeiram concentração e que tenha que ficar sentado.

Se a criança for sensory seeking na boca, que é a região que tem o maior poder de organização sensorial no nosso corpo, você pode oferecer alimentos que estimulem essa organização como mastigar cenoura crua, tomar iogurte ou outra bebida espessa pelo canudinho, mascar chiclete, se a mãe e a escola permitirem.